[Resenha] Um Assassino nos Portões – Sabaa Tahir

Sonhadores! É com grande alegria que torno a vocês para falar novamente sobre Uma Chama entre as Cinzas. Dessa vez com minhas percepções do terceiro volume: Um Assassino nos Portões (que já está disponível no Nosso Acervo).

Enquanto vos escrevo, sigo tentando compreender com exatidão a complexidade dos acontecimentos que acabei de ler. Eu devo admitir que o terceiro volume deixa algo a desejar em relação aos dois anteriores — o ritmo, algo que aprendi ser essencial.

Creio que o ritmo de Um Assassino nos Portões entra em decadência devido ao vasto volume de informações que são reveladas uma após a outra, demandando mais energia para processá-las do que foi necessário anteriormente. Em certos momentos eu preferia fazer qualquer outra coisa que não fosse ler esse livro porque precisava de descanso e isso era algo que o livro não me proporcionava. Contudo, conforme foi dito, a massiva quantidade de detalhes, de acontecimentos, de crueldades a que esse livro nos acomete, é realmente aterradora.

Neste Volume, contamos novamente com os pontos de vista de Laia, Elias e Helene — a Águia de Sangue do Império Marcial, e vemos a cada capítulo a forma como os três, cada um em seu lado do conflito, é completamente destruído aos poucos (o que para mim é um separador de águas entre os livros que eu gosto e que não gosto — a dor).

Todos os três, de maneiras diferentes, são imbuídos da missão de abrirem mão de si mesmos e cumprirem com seu Dever. Helene com o Império, Laia com os Eruditos que necessitam de salvação e Elias com as almas atormentadas cada vez mais errantes no Lugar de Espera, tudo isso enquanto o Portador da Noite move as peças do tabuleiro como planejado para trazer os Djinns de volta de sua prisão.

Eu só quero poder deixar sair em torrente o rumo dos acontecimentos mais chocantes desse livro. E vou começar com Mirra de Serra. Desde o início eu e você sabíamos que a cozinheira tinha segredos, mas você esperava esse segredo? Você esperava destruição tamanha quanto a que ela foi forçada a cometer em Kauf? Sabaa me fez assistir enquanto a mãe da Laia morria — DE NOVO.

Não apenas isso, na última resenha relatei meu grande desejo para com esse livro, e bom, de fato houve o beijo entre a Águia e Harper, mas a Comandante conseguiu o que queria e agora está mais mortal que nunca, e nosso querido Elias já não é mais ele mesmo — isso doeu mais que a morte da Izzi, tá?

Não consigo processar ainda os fatos: Antium caiu, Serra é da Comandante, Elias agora é totalmente propriedade de Mauth, Marcus e Zak finalmente descansam juntos, o novo Imperador é um bebê, Laia é a líder dos Eruditos, Helene não tem mais a máscara, e o Portador da Noite finalmente libertou os Djinns.

Devo dizer que minhas expectativas para o quarto volume agora estão altíssimas e eu de verdade não sei bem o que esperar do caos que será instaurado por Meheryah e os Djinns (mas estou esperando atenta o momento em que o fato de o nome dos Djinns ser literalmente a fraqueza deles vai vir a tona).

Como sempre, deixo ao lado o link para o Nosso Acervo, onde você tem mais informações sobre o livro, além do link direto para compra na Amazon, caso assim como eu, você anseie por um livrinho novo na estante.

Fico por aqui, e ficarei grata se me contar o que achou sobre o que falei e o que deixei de falar, e claro, sua opinião sobre o livro é sempre inteiramente bem-vinda. Vou adorar saber o que você pensa!

Até o próximo sonho!

Qual a sua opinião sobre isso?

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